Em Sergipe, entre as décadas de 50 e 70, a liderança do forró passava pela identidade sonora de artistas como Gerson Filho, Clemilda, Josa - O Vaqueiro do Sertão, pontuando como referências do forró que se destacavam. Naquele período, povoados, pequenas Cidades e os circos, serviam de palco para os forrozeiros que faziam a festa, especialmente nos festejos juninos. Aliás, comemorar a colheita sem forró, era o mesmo que ir à igreja e não rezar. Após as missas, as quermesses estavam garantidas - com forró.
Se existe um Estado do nordeste que respira forró em casa, na escola, nas ruas, Sergipe está entre eles, mesmo que a mídia influencie as novas gerações. Na própria escola, o hábito de realizar a Festa Junina é tão importante para o povo sergipano, quanto a festa natalina ou carnaval. Com uma cultura que passa de geração em geração, o forró permanece vivo, seja através de influências familiares ou pela paixão de jovens que formam grupos e bandas, mergulhando na pesquisa dos mestres compositores e intérpretes, que ajudaram a construir a identidade musical da nossa gente.
Se existe um Estado do nordeste que respira forró em casa, na escola, nas ruas, Sergipe está entre eles, mesmo que a mídia influencie as novas gerações. Na própria escola, o hábito de realizar a Festa Junina é tão importante para o povo sergipano, quanto a festa natalina ou carnaval. Com uma cultura que passa de geração em geração, o forró permanece vivo, seja através de influências familiares ou pela paixão de jovens que formam grupos e bandas, mergulhando na pesquisa dos mestres compositores e intérpretes, que ajudaram a construir a identidade musical da nossa gente.
Josa é sergipano de Simão Dias, foi militar, mas o forró lhe pegou com o coração, fazendo da sua trajetória, comandante de uma boa jornada dedicada ao forró, fosse no rádio ou nos palcos. Sua obra o imortaliza como um importante nome da história do forró em Sergipe.
Clemilda, apesar de alagoana, abraçou Sergipe como sua terra, e Sergipe a abraçou. A história do forró de raiz passa pela história de Clemilda e Gerson Filho, casal que fez história e se mantém vivos na memória dos forrozeiros.


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